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A maior virtude é saber perdoar?

De: Eduardo Rosinelli

 

 

Não. Não é.

A maior virtude é justamente não se ter motivos para ser perdoado.

 

Creio eu, que o correto seja uma inversão de valores para esta situação.

Tiremos a “carga” das costas do eventual perdoador e vamos transporta-la para as costas daquele que realmente cometeu a maldade.

Sim, pois creio que qualquer ato digno de ser perdoado foi em sua essência, um ato de maldade voluntária.

 

Claro, perdoar é um ato nobre. Mas não praticar o mal é mais nobre ainda.

 

Como dizem: “depois que inventaram a desculpa, ninguém mais é culpado”.

 

Não deveria ser bem assim. Aquele que pratica o mal irá pagar pelos seus atos, de uma forma ou de outra.

Eu sou sincero em dizer que existem algumas situações em minha vida em que não perdôo o mal que me fizeram. Muito pelo contrário, quero que paguem por isso e na hora desse pagamento, que se lembrem de meu nome. Não sou uma pessoa vingativa, mas procuro ser justa.

 

Conforme está descrito no Salmo 118: “O Senhor está comigo entre aqueles que me ajudam; Pelo que verei cumprido o meu desejo sobre os que me aborrecem”. – Quanto a isto só posso dizer: “Que assim seja!

 

As igrejas dizem que Deus perdoa tudo. Discordo, pois se assim fosse, não existiria o Karma. Não existiriam as Leis do Equilíbrio. Você acumula karmas, em virtude dos atos de maldade praticados em suas diversas vidas. E em outros momentos de sua vida, você pagará pelas maldades que fez. Então perceba, que você não foi simplesmente perdoado. O que ocorreu, foi que Deus, ao invés de simplesmente perdoar, lhe deu a chance de pagar pelo seu erro. Seja por momentos de sofrimento, seja na prática da caridade.

 

Pelas bondades que praticas, você acumula

basicamente duas coisas:

 

v  Luz

v  Felicidade

 

 

Existe uma certa “vertente religiosa” que pensa que Deus a tudo perdoa. E em razão disto, eles estão sempre cultuando a Jesus, em seus templos de luxo e pagando altas somas em dinheiro, pelo perdão e pela vida nos céus. Porém ao deixarem estes templos, alguns normalmente pecam, mentem, fazem tudo o que é ruim e prejudicial a si próprio e a outros, imaginando que amanhã eles estarão no templo novamente, pedindo perdão e dando dinheiro novamente para comprar seu lugar no céu e que dessa forma, Deus os perdoará pelos pecados cometidos hoje. E assim é hoje, amanhã, depois de amanhã, na próxima semana, etc, etc, etc...

Coitados. Não quero nem estar perto na hora em que o Karma cair sobre eles. Pois de nada adiantou as somas em dinheiro que eles deram aos “mandatários” dessa vertente religiosa. E as suas preces de perdão serão ouvidas. E o perdão virá, mas não da forma que eles imaginam. Eles imaginam um bondoso senhor de barba olhando para eles e os perdoando de suas iniqüidades a cada ruindade cometida.

Mas não é bem assim. Deus apenas vai lhes dar a oportunidade de equilibrar as coisas, seja através de um sofrimento similar ao que eles causaram, seja através da prática da caridade. É a Lei do Equilíbrio.

O texto sobre a Linha Esquerda, fala um pouco sobre isso.

 

Todos são responsáveis pelos seus próprios atos. E o que você fizer, vai gerar conseqüências. Se essas conseqüências forem maléficas para uma outra pessoa, você estará à mercê da Lei do Karma, dependendo da intenção de seu ato. Sim, a intenção é um dos principais fatores que podem abrandar ou aumentar o tamanho de um Karma.

Pense bem sobre isso: Intenção, Propósito, Consciência!

 

Veja, mas agora vou defender um pouco “o perdão”, pois na realidade o perdão é uma causa nobre e deve ser praticado. E explico por que:

Existem pelo menos duas orações que dizem algo sobre o ato de perdoar:

 

-          O Pai Nosso: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nos perdoamos a quem nos tem ofendido”.

-          A Oração de São Francisco: “É perdoando que se é perdoado”.

 

Pois bem, mas elas dizem que você deve primeiro praticar o perdão, pois só assim você terá o mesmo direito a ser perdoado.

É a Lei do Equilíbrio novamente, meu amigo. Pense nisto também.

 

Você pede perdão pelos seus atos, mas tenha em mente duas coisas básicas:

-          Perdoar a quem lhe ofendeu;

-          Tentar não “praticar o ato de ruindade” novamente;

 

A “troca de perdão” entre os habitantes do planeta é uma atividade natural. Quando você perdoa alguém, você está minimizando o efeito do Karma sobre ele. Mas pense também que essa troca terá efeitos minimizantes sobre você também. Concorda?

 

Quando alguém se arrepende de coração de um ato que praticou, e a outra parte o perdoa de coração também, o efeito do Karma poderá passar de “um sofrimento intenso”, para a “prática de caridade”. Entendeu? O seu perdão pode trazer benefícios à humanidade, diminuindo um sofredor e adicionando um praticante de caridade. Veja o quanto é importante o seu perdão.

 

Mas, volto ao teor do texto: É muito mais nobre não ter motivos para ser perdoado, do que perdoar.

 

E para encerrar, quero deixar claro que em momento algum eu contradisse minhas palavras, ao citar o Salmo 118 e logo abaixo explicar a importância do perdão.

 

Quero deixar claro que não sou candidato a santo e muito menos sou hipócrita. Existiram situações que ocorreram em minha vida em que perdoei de coração àqueles que praticaram o mal contra mim.

Porém, em outras situações só posso dizer que não tenho razões para perdoar. Quero que, para certos indivíduos, o Karma seja extremamente pesado, sofrido e doloroso. Não sou vingativo por isso apenas aguardo o dia em que alguns, num momento de profundo infortúnio, se lembrarão do meu nome. “Que assim seja!

 

Agradeço a sua visita e volto a lembrar a parte mais importante deste texto:

 

É muito mais nobre não ter

motivos para ser perdoado,

do que perdoar.

 

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